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Júri popular julga acusada pela morte de Líbia Tavares em Santarém

Caso de grande repercussão ocorreu em fevereiro de 2023, após desentendimento iniciado em um bar no bairro da Prainha.

28/05/2026 às 07h04 Atualizada em 29/05/2026 às 08h05
Por: Sílvia Vieira
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Jussara Nadiny responde por homicídio qualificado - foto: OEstadonet
Jussara Nadiny responde por homicídio qualificado - foto: OEstadonet

Está programado para esta quinta-feira  (28) no Fórum da Comarca de Santarém, no Oeste do Pará, o júri popular de Jussara Nadiny Cardoso Paixão, acusada pela morte de Líbia Tavares. O caso que teve grande repercussão no município.

A sessão será presidida pelo juiz Gabriel Veloso. Além da ré, nove testemunhas devem ser ouvidas durante o julgamento. Jussara Nadiny responde por homicídio qualificado por motivo fútil com recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

De acordo com as investigações, Líbia Tavares morreu na madrugada do dia 22 de fevereiro de 2023, após cair do capô de um carro conduzido por Jussara Nadiny. Imagens de câmeras de segurança registraram que uma frenagem brusca resultou na queda da vítima no asfalto. Líbia morreu antes da chegada do socorro.

Líbia Tavares morreu após cair do capô do carro sirigido por Jussara Nadine - foto: Reprodução/Redes sociais
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O desentendimento entre Jussara e Líbia começou após discussão em um bar no bairro Prainha. A confusão se estendeu por ruas do bairro Aparecida e terminou na Avenida Sérgio Henn, após Líbia ter subido no capô do carro dirigido por Jussara.

Passados três anos da morte de Líbia Tavares, o caso volta ao centro das atenções com o julgamento. O salão do júri popular está ocupado por familiares e amigos da vítima e acusada, assim como por estudantes de Direito.

Salão do júri popular no julgamento de Jussara Nadiny - foto: OEstadonet
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A defesa de Jussara Nadiny está a cargo do advogado Alessandro Moura Silva, que tentará convencer o conselho de sentença de que a acusada não teve a intenção de matar Líbia.

Entre as testemunhas arroladas pela defesa está Wesley Marinho Leite, apontado como pivô da briga entre Líbia e Jussara. Ele chegou ao fórum após a abertura da sessão. Caso ele não tivesse comparecido, o julgamento poderia ser remarcado e o juiz poderia decretar a prisão de Wesley.

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